Equipa Artística e Técnica
VORTEXXX 0.0
Bailarinos - Criativos

Bárbara Henriques
Pacote Completo
Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança de Lisboa (2018–2021), após um percurso formativo enraizado no método RAD (2007–2018), constrói o seu caminho entre a técnica e a sensibilidade.
É bailarina e professora — dois lugares que habita com igual entrega. Ensina Dança Clássica e Contemporânea, onde o gesto pedagógico se cruza com a criação, dando origem a obras como “Sim–Não–Nim” e “Mesmo parada estás no espaço”, entre outras peças coreográficas desenvolvidas para estúdios e escolas (2021–2025).
Enquanto intérprete, atravessa diferentes universos e linguagens: participa em “A Ilha” de Víctor Hugo Pontes e Marco da Silva Ferreira, em “A Carta de Smith” do grupo 37.25 e em “6 para 6” de Maria João Gouveia (2021–2023). Dança ainda na ópera “Orfeu e Eurídice”, com a Sinfonietta de Ponta Delgada no Teatro Micaelense (2022), na performance “Na Terra e no Ar com Água e Fogo” no Jardim José do Canto (2022), em “Half-Heard” de Jenny Rocha (2021), no Projeto Compota “UM+UM=UM” (2020–2021) e no videoclipe “Melodia” de Sarcy J. (2020).
Em 2023, cria o solo “Outro”, apresentado no Festival de Solos – Singularidades (fevereiro de 2024, em São Miguel), e, em 2024, desenvolve uma criação para a celebração do 25º aniversário da Wondercom.
Paralelamente, expande o seu olhar através da produção de espetáculo e da direção de cena, explorando a construção do espaço performativo para além do corpo que dança.
Desde 2016, continua a nutrir a sua prática através de workshops e masterclasses em dança clássica e contemporânea, jazz, hip hop, improvisação e bodyfulness — um percurso contínuo de escuta e transformação — destacando o trabalho com Amélia Bentes, Ana Cymbron, Ana Moreno, Bárbara Griggi, Cristina Graça, Inês Pedruco, Maria João Gouveia, Sylvia Rijmer e Vítor Garcia.

Beatriz Fernandes
"Bea"
Nascida em Lisboa a 28 de outubro de 2003, e criada entre as luzes quentes de Vila Real de Santo António, o seu percurso desenha-se desde cedo no movimento.
Dança desde os três anos — do pulsar do Flamenco à energia do Hip Hop — onde o corpo começou por aprender a escutar e a responder ao ritmo do mundo.
Aos 21 anos, na procura por uma revolução do corpo, encontra no Circo um novo fôlego — um lugar onde o quotidiano se transforma em narrativa e o risco se torna linguagem. Entre malabares e aparelhos aéreos, descobre em Lisboa um espaço de acolhimento, desafio e superação.
Hoje, habita esse cruzamento entre o rigor técnico e a liberdade do circo, criando pontes invisíveis onde a sua arte se expande — em movimento, em cor, em presença.

Carlos Lebre
"Caco"
Sou um parágrafo. Clique aqui para editar e adicionar o seu próprio texto. Sou um ótimo lugar para você contar sua história.
Mais conhecido por Caco, é um jovem artista de 24 anos — circense, acrobata, malabarista, bailarino e criador de mundos em movimento.
O seu percurso formativo atravessa diferentes territórios da expressão, tendo passado por diversas escolas de referência, onde aprofundou a sua linguagem nas artes circenses, na interpretação e na dança. Entre elas, o Conservatório de Dança de Lisboa, o Boot Camp Jukebox e o Chapitô (2017–2021), espaço onde consolidou a sua ligação ao universo do circo.
Foi em 2010 que cruzou o seu caminho com Rita Spider — um encontro que se transformou em continuidade, aprendizagem e partilha ao longo dos anos, através de diversas formações.
Hoje, afirma-se como intérprete-criativo — um corpo em constante reinvenção — artista circense e bailarino, colaborando também como assistente de Rita Spider em múltiplos projetos artísticos, onde o gesto se expande para além de si, em criação e encontro.

Cindy June
Pacote Completo
Bailarina com um percurso enraizado nas danças de rua, carrega no corpo as marcas vivas da cultura hip-hop.
O seu movimento nasce de um lugar cru e grounded — um território onde a autenticidade se impõe e o corpo fala antes da forma. É nesse espaço que constrói a sua linguagem, entre peso, impulso e presença.
A música guia-a. No groove encontra casa, no flow encontra caminho — e é nesse diálogo contínuo que a sua expressão se torna orgânica, pulsante, inevitável.
O VORTEXXX 0.0 revelou-se como uma travessia singular — um mergulho na própria essência, onde o movimento se tornou espelho e o corpo território de descoberta e transformação.

Filipa
"Fifi"
Bailarina de 28 anos, movida por uma curiosidade inquieta e por uma vontade inata de dançar — como se o corpo sempre tivesse sabido o caminho.
Inicia o seu percurso aos 9 anos, quando pede aos pais para entrar em aulas de Hip Hop — o primeiro gesto consciente de uma ligação que já existia.
Aos 18, deixa-se atravessar pelo Dancehall, expandindo o seu corpo para novas texturas e ritmos.
Aos 23, a sua visão transforma-se por completo: encontra na partilha o seu lugar, integrando uma crew e um grupo de competição, onde o movimento se torna coletivo, vivo, pulsante.
Leva a sua busca além-fronteiras, aprofundando-se em diferentes estilos urbanos, e inicia a sua viagem pelo freestyle — um espaço onde o corpo escuta, responde e se revela sem filtro.
As artes sempre foram o seu território.
Mas é na natureza que se encontra inteira — crua, essencial, verdadeira.
Entre o mar e o vento, reconhece a sua forma mais pura.
A liberdade é o seu eixo.
Não como conceito, mas como estado.
Um lugar onde regressa sempre — e de onde nunca realmente saiu.

Inês Cordeiro
Sou um parágrafo. Clique aqui para editar e adicionar o seu próprio texto. Sou um ótimo lugar para você contar sua história.
Nasceu em Faro, com raízes em Vila Real de Santo António, onde o seu caminho começou a desenhar-se desde muito cedo.
Inicia a sua relação com a dança aos dois anos e meio, no Conservatório Regional de VRSA, nos primeiros gestos da baby-class — um início quase instintivo, onde o corpo aprende antes de compreender. Segue depois pelo ballet clássico e pela dança contemporânea, linguagens que continua a aprofundar e a habitar.
Ao longo do seu percurso, atravessa múltiplos universos de movimento — da técnica Horton às danças afro, das tradições europeias às danças medievais, passando também pelas linguagens urbanas. Cada encontro torna-se expansão, refinado através de formações, cursos e workshops, num caminho contínuo de descoberta e transformação.

Joana Maia
Pacote Completo
Professora, bailarina e coreógrafa, move-se entre a criação e a partilha como extensões naturais do seu percurso.
Fundadora do grupo Nonstop e cofundadora da Nona Companhia, constrói espaços onde o movimento se torna encontro, linguagem e identidade. Licenciada em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana, continua a alimentar a sua prática através de diversos projetos de formação artística, num caminho contínuo de pesquisa e expansão.
A dança, a música e o cinema habitam o seu imaginário — influências que se cruzam e se refletem na sua forma de criar e pensar o movimento.
Ao longo do seu percurso, leva o seu trabalho a diferentes contextos, lecionando em escolas como Arcade, Udance, entre outras, e apresentando-se em palcos como o Coliseu dos Recreios e o Sol da Caparica. Coreografa também uma peça integrada no espetáculo final de curso da World Academy, entre outros projetos que marcam o seu trajeto.
Movida por uma curiosidade constante e pela vontade de se reinventar, encontra no desafio um motor criativo. É nesse impulso que inicia o seu percurso no VORTEXXX — um novo espaço de exploração, risco e transformação.

Júlio Núncio
Licenciado em Comunicação e Multimédia, encontrou nesse cruzamento a harmonia entre a palavra, a imagem e o gesto — um lugar onde a comunicação se torna também corpo e expressão visual.
A dança habita-o desde cedo, nas memórias vivas de “festas de quintal”, ao som de ritmos angolanos e brasileiros — um início orgânico, onde o movimento nasce da partilha e da celebração. Em 2009, inicia o seu percurso formativo, começando pelo Hip Hop e, mais tarde, em 2012, aprofundando a sua linguagem na House Dance, onde encontra uma nova dimensão de escuta e liberdade.
Cria os Dancetellers como um projeto de vídeo-dança — uma ponte entre imagem e movimento — que hoje se afirma como um coletivo, uma crew enraizada nas danças de rua e na cultura clubbing.
Enquanto praticante de Movement, vê o corpo como um todo indivisível. Para si, não existe treino — existe prática, presença e continuidade.
Fez parte da primeira edição do VORTEXXX, onde lançou uma provocação que permanece em eco:
E tu… qual é o teu superpoder?

Júlia
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Bailarina libanesa-marfinense, move-se entre culturas como quem atravessa ritmos, guiada pela crença no poder transformador da dança e da meditação.
Inicia o seu percurso ainda na infância, na Costa do Marfim, entre o rigor da dança clássica e a energia do jazz — onde o corpo começa a despertar para a escuta, para a expressão, para o sentir.
Ao longo do seu caminho, mergulha em linguagens enraizadas na memória e na história — dos ritmos afro-cubanos às danças afro urbanas, da salsa ao hip hop, entre outras danças sociais — construindo um corpo que carrega múltiplas geografias. Paralelamente, aprofunda a dimensão curativa do movimento através da prática dos Five Rhythms, onde a dança se torna também ritual e transformação.
Enquanto intérprete, participa em diversas produções artísticas, destacando-se a sua colaboração com a Flair Dance Company no Teatro Camões, em Lisboa.
Guiada pela intuição e pela curiosidade, encontra na improvisação um território de liberdade e criação — um espaço onde o corpo se revela sem fronteiras, como no projeto VORTEXXX 0.0.

Juliana
Com apenas 17 anos, chega de Alcains, perto de Castelo Branco, trazendo consigo um caminho que começou muito cedo — aos 3 anos, onde o corpo encontrou no ballet clássico e na dança contemporânea as suas primeiras formas de expressão.
Entre disciplina e descoberta, foi construindo a sua linguagem, chegando também a partilhar esse saber como professora de ballet na Academia de Dança Maria Francisca.
Mais tarde, dá um novo passo e entra no Chapitô, onde mergulha no universo das artes circenses — um território de risco, expansão e reinvenção — dando início à construção do seu percurso artístico.

Margarida Reis
"Meg"
Dança desde os 6 anos — um início simples, quase silencioso, nas aulas do ginásio mais próximo de casa, sem ainda imaginar que aquele gesto se tornaria parte essencial do seu caminho.
Com o tempo, o movimento ganha outra dimensão: chegam as competições de hip-hop em grupo, as formações intensivas, e o primeiro encontro com as danças de rua — não apenas como técnica, mas como cultura, identidade e linguagem.
Em 2022, descobre o freestyle — um ponto de viragem. A dança deixa de ser apenas forma e passa a ser escuta, presença, escolha. Um espaço onde o corpo se revela e se transforma.
Desde então, mergulha cada vez mais na exploração do movimento e da expressão, expandindo as suas possibilidades artísticas.
As battles tornam-se o seu território — lugar de confronto, crescimento e afirmação — onde cada dança é um diálogo vivo entre quem é e quem está a tornar-se.

Pedro Esteves
Sou um parágrafo. Clique aqui para editar e adicionar o seu próprio texto. Sou um ótimo lugar para você contar sua história.
Tem 21 anos e vem de Vila Franca de Xira — um lugar que carrega consigo, mas que já se expandiu muito para além de onde começou.
É energia em movimento: curioso, comunicativo, inquieto — alguém que procura constantemente compreender como o mundo funciona, como as coisas se ligam, como tudo se transforma.
Entre muitos interesses, há um que o atravessa por inteiro: a dança.
Mais do que uma escolha, é um caminho que o molda — uma linguagem através da qual se constrói, se questiona e se reinventa. Muito do que é hoje nasce desse encontro contínuo com o movimento.
Ao longo da sua jornada, já percorreu diversos caminhos — alguns guiados pela responsabilidade, outros pela descoberta — mas sempre movido por uma vontade profunda de aprender, de absorver, de crescer.
A sua crew ocupa um lugar central nesse percurso — um espaço de pertença, de confronto e de evolução. Com eles, deu os primeiros passos criativos: gravou os seus primeiros vídeos, criou a sua primeira peça, e encontrou um espelho onde pôde tornar-se mais próximo de quem é — e de quem quer ser.
É também por essa força coletiva que hoje se encontra no VORTEXXX — um território que reconhece como transformador, onde o corpo, a mente e a experiência se expandem em múltiplas camadas.

Pi Amaro
Pacote Completo
Artista do corpo e do movimento.
Bailarina, criadora e produtora cultural, constrói o seu caminho a partir da escuta — do corpo, da experiência vivida e das relações que se tecem entre arte, comunidade e consciência.
Formada em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana (FMH), desenvolve uma prática enraizada nas danças urbanas e na performance contemporânea, onde o gesto se torna linguagem e o movimento um território de investigação e presença.
Ao longo do seu percurso, atravessa diferentes contextos como bailarina e performer, colaborando em projetos artísticos, campanhas e eventos de grande escala. Trabalha com marcas e entidades como Nike, Sumol, Turismo de Portugal, Rock in Rio, Yorn e Pioneer, assim como com diversos artistas do panorama musical nacional e internacional. Entre festivais, digressões, videoclipes e ações de marca, habita palcos amplos onde o corpo se afirma como meio de comunicação, memória e narrativa. A sua prática equilibra rigor e adaptabilidade, sem perder uma identidade sensível, autoral e profundamente enraizada.
É cofundadora, criadora e produtora do Mind Meets Body, um projeto de mediação artística onde a dança surge como linguagem central, em diálogo com outras formas de expressão — música, som, palavra, vídeo e artes visuais. O MMB afirma-se como um espaço de encontro e escuta, onde a criação coletiva se torna ferramenta de aproximação entre artistas, públicos e territórios.
Na dimensão pedagógica e cultural, o seu percurso expande-se para a formação, gestão e direção artística. Foi Presidente da Associação Conservatório Regional de VRSA, escola de ensino artístico especializado em música, onde também exerce docência em dança. Em Lisboa, desenvolveu um percurso pedagógico consistente em escolas públicas, no Ginásio Clube Português (GCP), na Cifrão Dance School e na Oeiras Dance Academy, onde assumiu a coordenação da área de competição.
Mais tarde, integra funções como Técnica Superior da Cultura, desenvolvendo trabalho na área da direção artística no Centro Cultural António Aleixo (CCAA), continuando a construir pontes entre criação, comunidade e pensamento artístico.

Rafael Lourenço
"Rafa"
Tem 26 anos e dança desde os 8 — um caminho que começou quase por acaso, ao acompanhar a irmã a um treino com o grupo Dance4fun. Desde então, nunca mais parou.
Ao longo da sua descoberta, foi atravessando diferentes espaços e encontros, acompanhando Vasco Alves — alguém que lhe abriu horizontes e lhe revelou que a dança era um universo vasto, ainda por explorar.
Nesse percurso, teve a sorte de aprender com pessoas que admira profundamente, como Marco ABS, Leo, Rita Spider, entre muitos outros — encontros que foram moldando o seu corpo, a sua visão e a sua presença.
Foi também nesse caminho que conheceu o universo competitivo da dança — e ali encontrou algo que o fascinou: não apenas a competição, mas a partilha crua e genuína de quem dança para mostrar quem é. É nesse momento que entra para a Jazzy Dance Crew e se aproxima de quem hoje chama de irmão — Júlio Núncio, Moksha.
Em 2019, encontra casa na crew Dancetellers — um lugar que reconhece como família, coordenado por Moksha, onde o movimento ganha ainda mais sentido coletivo.
Dentro e fora do palco, constrói o seu percurso com entrega e consistência. Conquista battles como a Jazzy Battle (2023 e 2025), ADA (2024) e King of the Ring (2025). Além-fronteiras, alcança a meia-final do A Day with the Street (Itália, 2025) e a final do Soul Sessions (Oslo, 2025) — experiências que expandem o seu caminho e a sua visão.
Integra também projetos artísticos que marcam o seu percurso, como a primeira edição do VORTEXXX (2023) e o U_Realities (2024), ambos criados por Rita Spider — espaços onde o corpo se transforma, questiona e se reinventa.

Rita Sousa
Sou um parágrafo. Clique aqui para editar e adicionar o seu próprio texto. Sou um ótimo lugar para você contar sua história.
Bailarina profissional, coreógrafa e artista de fogo — move-se entre a forma e o risco, onde o corpo encontra a chama e o gesto se transforma em presença.
Licenciada em Dance and Performance pela The Arden School of Theatre (Reino Unido), constrói um percurso marcado pela versatilidade e por uma busca contínua de novas linguagens, onde a técnica se expande em experiência.
A sua prática atravessa diferentes territórios — da performance à animação, do ensino à criação — habitando o palco e o encontro como espaços de expressão viva.
No seu percurso, destaca-se a cumplicidade criativa com Rita Spider, integrando os elencos de VORTEXXX e U_Realities em 2023. Regressa agora a este universo para uma nova travessia imersiva em VORTEXXX 0.0, onde o corpo se reinventa em diálogo com o desconhecido.
No campo audiovisual, participa também na minissérie Intermitências do Tédio, numa colaboração entre a Staples e Bumba na Fofinha — expandindo a sua presença para além do palco.

Sara Coelho
Pacote Completo
Tem 34 anos e traz na dança um fio contínuo que atravessa a sua vida — uma presença constante, um lugar de regresso.
Nasceu no Alentejo, onde os primeiros movimentos se desenharam ainda na infância, num corpo que cedo aprendeu a escutar. Mais tarde, segue para Lisboa, aprofundando o seu percurso na Faculdade de Motricidade Humana (FMH), onde a prática ganha estrutura e consciência.
Integra a Amalgama Companhia de Dança, sob a direção de Alexandra Battaglia, onde habita diferentes palcos e experiências que ampliam o seu olhar. Entre elas, destaca-se a travessia até Taiwan, onde colabora com a companhia Dancecology — um encontro que expande não só a sua linguagem artística, mas também a sua relação com o mundo e com o outro.
Na partilha, encontra também um lugar essencial. Conclui o curso de Monitores de Dança Criativa, abrindo espaço para transmitir, guiar e criar pontes com diferentes corpos e percursos.
Recentemente, integra o projeto Mind Meets Body II, com a coreógrafa Rita Spider — um território de encontro entre corpo, consciência e criação, onde continua a aprofundar a sua escuta e transformação.

José Gonçalves
"Seph"
É um artista do movimento cuja prática emerge do encontro entre corpo, ritmo e musicalidade — um espaço onde o gesto escuta antes de existir.
Com raízes nas danças tradicionais portuguesas e na cultura hip-hop — especialmente no breaking — encontrou na dança um território vivo de exploração contínua, onde o corpo se descobre e se reinventa a cada instante.
Hoje, mergulha na cultura club como quem procura casa. Na house music e na house dance, aprofunda a sua ligação ao som e à vibração do momento — um lugar efémero onde o tempo se dissolve e o movimento se torna presença pura.
O breaking permanece como fundamento — uma base que sustenta e expande o seu vocabulário, abrindo caminhos através das mudanças de nível e de um floorwork fluido, leve, quase respirado.
Guiado pela lua, move-se entre o chão e o infinito.
Entre gravidade e suspensão, entre peso e entrega, aproxima-se da dança como um ritual de liberdade — um espaço onde estar, sentir e transformar se tornam um só.
Sou um parágrafo. Clique aqui para editar e adicionar o seu próprio texto. Sou um ótimo lugar para você contar sua história.
Equipa Técnica - Criativos

Motion graphics - Multimédia
David Ventura
É um artista digital que habita o limiar entre o visível e o invisível, explorando a matéria como um campo moldável pelas leis — e pelas falhas — da física. A gravidade, as partículas e o tempo deixam de ser estruturas fixas para se tornarem territórios de distorção, estendidos até ao limite onde o invisível se revela na anatomia do que pode ser visto.
Licenciado em Design Multimédia pela ESAD CR, nas Caldas da Rainha (2007), inicia o seu percurso profissional na Dub Video Connection, onde, entre 2008 e 2013, desenvolve o seu trabalho como motion designer. Assume também a direção do departamento de visuais, criando stage design e VJ sets para festivais de referência como Neo Pop, Time Warp e ADE. Os seus visuais acompanham digressões de artistas como Sven Väth, Loco Dice, Dubfire e Matador, expandindo a experiência sonora para uma dimensão visual imersiva.
Em 2013, apresenta “Trans Ora”, uma performance multimédia inspirada na paisagem portuguesa, onde imagens do real se dissolvem em padrões abstratos, sincronizados com o som, evocando a natureza caótica dos sistemas vivos. A obra percorre festivais internacionais como o FILE (Brasil), Scopitone (Nantes), Mirage (Lyon) e Madeira Dig.
A partir de 2017, aprofunda a sua investigação na interseção entre espaço e tempo, através de instalações de luz, vídeo e som. Nestes trabalhos, desafia a perceção convencional, inspirando-se nos sistemas gravitacionais e na física como linguagem geométrica unificadora. Uma dessas instalações integra o The New Art Fest (2018), na Sociedade Nacional de Belas Artes, com curadoria de António Cerveira Pinto.
Em 2018, desenvolve uma série de vídeos que exploram a desaceleração do tempo — um presente contínuo onde formas emergem, suspendendo a lógica linear. Estas obras são apresentadas no Pavilhão do Conhecimento, com curadoria de Samuel Rama.
Desde 2017, colabora de forma contínua com Rita Spider, contribuindo com motion graphics para criações como EMO’IRTUAL, Due’irtual e U_REALITIES, entre outras — onde a imagem se torna extensão do corpo e o digital respira em diálogo com o movimento.

Fotografia
Dinis Rosa
Realizador, diretor de fotografia e técnico de câmara, formado na ETIC, constrói o seu percurso no cruzamento entre cinema, documentário, música e performance — territórios onde a imagem se torna respiração e o tempo matéria moldável.
O seu trabalho revela uma escuta atenta ao ritmo, à luz e à construção de narrativas em movimento, onde cada plano procura mais do que mostrar — procura sentir.
Ao longo do seu caminho, atravessa múltiplos universos visuais: da realização de videoclipes e documentários a projetos que captam a pulsação de comunidades e lugares. Destacam-se os registos ligados ao universo motard — do Motoclube à Grande Concentração Motard de Faro — assim como retratos da noite algarvia em Portimão, onde a imagem se funde com a atmosfera e a energia do espaço.
Filma também eventos desportivos, festivais e concertos em tempo real, colaborando com artistas como Ana Moura e Rodrigo Leão, e criando registos audiovisuais e fotográficos com músicos como Valter Lobo. Entre multicâmara, eventos privados e formatos híbridos, constrói uma linguagem versátil que se adapta sem perder identidade.
Em novembro de 2025, integra o júri do Samhain Baucogna International Film Fest, em Vila Real de Santo António — um espaço dedicado a novas vozes e linguagens emergentes do cinema contemporâneo.
Em 2026, participa na VII Feira Transfronteiriça de Arte Contemporânea — TRANSARCO, em Huelva — onde apresenta uma exposição fotográfica inserida num contexto de diálogo artístico entre o Algarve e a Andaluzia.
É diretor de fotografia e videógrafo do projeto Mind Meets Body, com direção criativa de Rita Spider e produção executiva de Pi Amaro, e, mais recentemente, assume a direção de fotografia de VORTEXXX 0.0 — onde a imagem se expande para além do ecrã, em diálogo com o corpo, o espaço e a experiência

Cenografia
Nucha
Cenógrafa, assistente de produção, artista plástica, restauradora, pintora decorativa, licenciada em História da Arte e bailarina — move-se entre disciplinas como quem constrói espaços de encontro entre matéria, memória e corpo.
Atualmente, aprofunda o seu percurso no Mestrado em Design de Cena na ESTC, expandindo a sua investigação sobre o espaço enquanto lugar vivo de criação.
Durante vários anos, integrou equipas dedicadas ao restauro edificado, intervindo em espaços carregados de história — como o Paço Episcopal do Porto, o Teatro Garcia de Resende em Évora, o Palácio da Pena em Sintra e as instalações da Faculdade Nova de Lisboa. Lugares onde o tempo se inscreve nas superfícies e onde o gesto de restaurar se torna um diálogo entre passado e presente. Paralelamente, desenvolve trabalhos individuais de pintura decorativa e restauro, dando continuidade a essa relação íntima com a matéria.
É, no entanto, no cruzamento com a dança que o seu percurso encontra uma nova dimensão. O encontro com a bailarina e coreógrafa Rita Spider, há mais de uma década, abre um caminho de colaboração contínua, onde a cenografia emerge de forma orgânica — como extensão do corpo e da criação.
Enquanto cenógrafa e assistente de produção, participa em diversas obras como Smile, Time, Duel’irtual, Emo’irtual, U_Realities, The Journey Man, assim como nos espetáculos imersivos VORTEXXX, Hotel Edadrebil I e II e, mais recentemente, VORTEXXX 0.0.
No seu trabalho, procura escutar as propostas coreográficas e traduzi-las em espaço — criando atmosferas singulares, onde o ambiente não apenas acolhe o movimento, mas o amplifica, o transforma e o revela.

Luz & Som
Pedro Pinto
Conhecido no universo musical como Reflect, é fundador da editora algarvia Kimahera e diretor da Emotion Dance Academy — espaços onde o som, o corpo e a visão se encontram.
Com mais de duas décadas de percurso como produtor, move-se entre o estúdio e o palco, habitando tanto a criação íntima quanto a construção de grandes espetáculos de música e dança.
Formado em Som e Iluminação de Espetáculos pela Restart, funde precisão técnica com sensibilidade artística, especializando-se na programação de luz com timecode — onde o tempo se torna estrutura e a luz uma extensão da música.
Desde 2013, partilha o seu conhecimento como formador na ETIC_Algarve e na Restart, acompanhando novas gerações na descoberta do som, da luz e da criação.
Estreia-se em 2008 com o álbum Último Acto e, desde então, percorre alguns dos maiores palcos do país — MEO Sudoeste, Festival Iminente, Casa da Música, Festival MED e Teatro das Figuras — levando consigo uma identidade sonora que se expande em cada atuação.
Ao vivo, colabora com músicos e orquestras, construindo paisagens sonoras que respiram em conjunto. Mais recentemente, assume a produção técnica — som e luz — dos espetáculos da Emotion Dance Academy, onde a tecnologia e a arte se alinham para dar corpo à experiência.

Assistente
Direcção de Cena
Beatriz Cruz
Beatriz Cruz é uma jovem profissional portuguesa especializada em Gestão de Artes e Produção Criativa de Eventos e Espetáculos. Mestre pela University College Cork, na Irlanda, e licenciada em História da Arte pela NOVA FCSH, construiu um percurso marcado pela versatilidade, rigor e paixão pelo setor das artes. Ao longo da sua experiência, colaborou com instituições de referência na Irlanda, como Cork Opera House e o festival Towers&Tales, desempenhando funções de Assistente de Produção, Stage Manager e Liaison de artistas. Destaca-se pela capacidade de coordenação, gestão de equipas, organização de ensaios e apoio criativo em produções ao vivo. Em Portugal, trabalhou também na Escola de Dança Ana Kohler e no setor hoteleiro, reforçando competências de comunicação, atendimento e gestão operacional. Bailarina desde os 3 anos e membro do Conseil International de la Danse (UNESCO), Beatriz é reconhecida pela sua organização, atenção ao detalhe, proatividade e facilidade em criar relações profissionais positivas. Com experiência internacional e formação multidisciplinar, procura contribuir para projetos culturais que valorizem a criatividade, o público e o impacto social das artes.