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VORTEXXX 0.0
Direcção Artística e coreógrafa
Rita Spider

Bailarinos e cocriadores
Bárbara Henriques, Bea Fernandes, Caco Lebre, Cíndy June, Filipa Ferreira, Inês Cordeiro, Joana Maia, Júlia Khouri, Juliana Carvalho, Júlio Nuncio, Magarida Reis, Pedro Esteves, Pi Amaro, Rafael Lourenço, Rita Sousa, Sara Coelho e Seph.

Design Som e Luz: Pedro Pinto . Cenografia e adereços: Nucha’ARTE . Fotografia: Dinis Rosa - Dopedini . Sonoplastia: Rita Spider . Designer Multimédia - Motion Graphics: David Ventura

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VORTEXXX 0.0

Manifesto Artístico

VORTEXXX não é apenas um espetáculo.
É um campo de experiência.
Um território onde dança, música, consciência e narrativa se encontram para revelar os ciclos invisíveis que moldam a existência humana.
Em VORTEXXX 0.0, dezoito personagens atravessam loops de transformação. Cada ciclo expõe padrões, confronta limites e abre caminhos entre aquilo que somos e aquilo que esquecemos ser.
Entre o humano e o divino existe um espaço intermédio.
É nesse espaço que o VORTEXXX acontece.
Aqui, o público não ocupa apenas o lugar de espectador.
Cada pessoa torna-se viajante dentro do universo da obra.
Ao entrar no espaço, recebe um ser para seguir.
Um destino para testemunhar.
Uma narrativa para descobrir.
Não existe um único caminho.
As histórias cruzam-se, repetem-se, fragmentam-se e transformam-se.
Cada olhar revela uma versão diferente da mesma realidade.
No VORTEXXX, o tempo move-se em espiral.
Os ciclos regressam não para repetir o passado, mas para revelar aquilo que ainda não foi compreendido.
Gradualmente, os seres recordam.
Recordam a sua natureza primordial.
Recordam a origem.
E aquilo que parecia humano revela-se divino.
VORTEXXX 0.0 é o primeiro portal deste universo — um espaço onde corpo, imaginação e consciência se encontram para explorar uma pergunta essencial:
E se cada ser humano fosse, na verdade, um universo inteiro à espera de despertar?

 

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Sinopse

VORTEXXX 0.0 é um convite a atravessar um universo vivo em constante transformação.

Num espaço onde as fronteiras entre palco e público se dissolvem, 18 personagens percorrem ciclos de transformação entre o humano e o divino, confrontando memórias, escolhas e padrões que moldam o seu destino.

Ao entrar neste universo, cada espectador recebe uma personagem para seguir. A partir desse momento, deixa de ser apenas observador e torna-se parte de uma narrativa viva, circulando livremente pelo espaço e descobrindo diferentes fragmentos da história.

Entre rituais coreográficos, realidades paralelas e loops temporais, o VORTEXXX revela um território onde o tempo se dobra e as histórias regressam sob novas formas.

A cada ciclo, algo desperta.

Algo antigo.

Algo que sempre esteve presente.

Gradualmente, os seres começam a recordar a sua essência esquecida, revelando os arquétipos divinos que sempre habitaram dentro de si.

Em VORTEXXX, o espaço transforma-se num organismo vivo onde público e intérpretes partilham a mesma travessia.

Cada espectador vive um caminho único.

Cada olhar revela uma história diferente.

Porque dentro do VORTEXXX, cada jornada é singular.

E cada ser humano carrega dentro de si um universo inteiro à espera de despertar.

Personagens

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METAFIS

PEDRO

Um ser divino chamado METAFIS, inspirado em Eros, Pele, Aurora, Arcanjo Miguel e Melquisedeque. Ele possui olhos azuis penetrantes, pele clara e uma aura radiante. Sua presença incorpora liberdade, luz e a quebra de ciclos antigos. Move-se com incrível velocidade, envolto por chamas ondulantes e luz dourada. Seu chakra do coração brilha em tons de esmeralda e rosa. Ele veste uma armadura celestial com padrões de geometria sagrada, e suas asas são feitas de luz e fogo. O fundo é uma paisagem cósmica com auroras e energia vulcânica.
Estilo: mitológico, épico, luminoso, altamente detalhado, arte sagrada.

 

Mensagem 

“Liberdade através da mudança…
Quando se dá um salto de fé, quando algo esteve preso por demasiado tempo, nesse momento começamos a ver esperança para a mudança.

Metafis é a presença por trás do diafragma — o fogo de seguir a nossa própria luz.
No momento em que ele chega, a vontade de mudar avança — aquele que quebra ciclos. A liberdade de recomeçar.

Metafis é liberdade através da mudança, uma fénix de luz.”

 

Pergunta para ti que estás a observar: 

Porque não vais atrás da tua luz?

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MORGANA

SARA

Guardiã das águas profundas da alma, onde nada pode estar morto e nada permanece estagnado. Deusa do movimento perpétuo, manifesta-se no momento exato em que a alma clama por transformação. É a representação do Início e do Fim. Com autoridade cósmica, ela abre e fecha os portais do Universo. Quando o seu selo se encerra, a porta transmuta-se e jamais se volta a abrir. 

Com um sopro delicado, ela limpa e liberta, garantindo que o solo se torne fértil para o nascimento do novo. Morgana destrói para libertar e a destruição é um ato de pura compaixão e desapego.

Alquimista do invisível, possui o dom sagrado de transformar o peso da existência em oração. Ela é a ponte, o véu e a porta entre o Céu e a Terra. Leve e misteriosa, têm a capacidade de parar o tempo, suspendendo o cosmos num suspiro. Nesse vácuo de eternidade, ela sopra o que tem de ser libertado e revela, com precisão divina, a fissura sagrada por onde a luz tem de entrar. 

 

Mensagem

“Já passou algum tempo, se é que o tempo passou... e pergunto-me se não foi o vento, generoso que no me rosto soprou... Hoje as minhas orações também são para o vento, para que ele faça chegar os meus desejos ao universo e me leve leve...coração no alto e testa no chão.”

 

 

Perguntas para ti que estás a observar: 

Qual o animal que acompanha a Deusa? O que Morgana tem sempre consigo? 

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CRIAVAK

JOANA

Vários caminhos podem ser percorridos, alguns obrigatórios, outros opcionais, a verdadeira questão não é qual escolher, mas sim como o percorrer.

Criavak é uma transformação divina dos muros humanos, que convida a percorrer este mundo Vortexxx sem limitações.

 

 

Pergunta para ti que estás a observar: 

Qual a fonte de energia de Criavak?

De onde surge o seu movimento?

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BOOGALOO MOSESR

RAFAEL

Um gentleman, com fato preto e cinzento com óculos de sol e chapéu de Popper, barba forte e fundo super brilhante… Ele não caminha, ele desliza em boogaloo style entre os 6 elementos e os 6 sentidos…

 

Perguntas para ti que estás a observar:

Será que julgar é positivo?

O que a tua criança diria de ti se tivesse contigo?

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SYPHER

RITA

Vive plena, calma, sem pressa ou ânsia. Abraça todo o ser, e partilha esse abraço com os que a rodeiam. 

No entanto, quando desce à terra (o planeta das emoções), encarna a vida de uma jovem insegura, calada e que se inferioriza constantemente.

Durante seis loops, sypher tenta relembrar a sua verdadeira identidade enquanto experiência a complicada mas linda vida humana. 

 

Mensagem

Vive e Deixa Viver

 

 

Perguntas para ti que estás a observar:

Quantas vezes foi preciso apontar o dedo para que fosse ouvida? 

Ou para que conseguisse ouvir-se a si mesma?

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THE SEAGULL


INÊS

Dentro de uma sociedade rígida e regrada, existe um ser que carrega em si um dom adormecido, cuja natureza desconhece. Vive grande parte da sua vida a seguir os mesmos padrões que os outros, tentando encaixar numa realidade que não a reflete.

Essa desconexão gera uma inquietação constante, fazendo-a sentir se deslocada, como se pertencesse e, ao mesmo tempo, não pertencesse. Há nela algo que não se enquadra, uma diferença subtil que a separa do grupo.

Entre dúvida e impulso, inicia-se um percurso de procura — uma corrida interna entre o que conhece e aquilo que sente. É nesse confronto que começa a emergir uma luz, inicialmente difusa, mas impossível de ignorar.

Ao reconhecê-la como parte de si, o corpo transforma-se: deixa de resistir e permite-se ser. Surge então a sua verdadeira forma — livre, fluida e etérea — onde a luz já não é algo a alcançar, mas aquilo que sempre foi.

 

 

Perguntas para ti que estás a observar:

Será esta corrida uma fuga ou um caminho??

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MOKSHEUS

JÚLIO

Moksheus procura despertar este diálogo, entre rotina e intuição… numa viagem de propósito único pela maior necessidade de todas… a de amar incondicionalmente!

Todos precisamos de estar sozinhos… diz a sociedade moderna! Mas onde está a verdade disso ou onde começa e acaba essa solidão?! Estamos sozinhos porque queremos ou porque cremos?!

 

 

Perguntas para ti que estás a observar:

Qual é o teu super poder?

⁠O que é liberdade?

Qual é a linguagem universal no mundo?

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SINCI

PI

Nascida do pulso invisível do agora, é uma deusa sem passado e sem promessa, feita de instantes que se desfazem assim que tocam a pele do tempo. No universo do Vortexxx, onde tudo gira e se desfaz, Sinci é o centro silencioso do turbilhão — não porque controla, mas porque não resiste.

Ela não carrega memórias como correntes, nem projeta futuros como refúgio. Sinci vive na vertigem do presente, onde cada gesto é inteiro, cada respiração é um nascimento. O seu corpo dança como se nunca tivesse aprendido, como se cada movimento fosse o primeiro — e o último.

A sua autenticidade não é um esforço, é um estado bruto. Selvagem, fluida, indomável. Sinci não procura ser — ela é. E nessa existência plena, ensina sem palavras: que a verdade só existe no agora, e que a liberdade não se encontra — reconhece-se.

Há algo de etéreo e ao mesmo tempo visceral na sua presença. Como vento que não se vê, mas transforma tudo o que toca. Como fogo que não pede permissão para arder.

Sinci é o instante que escapa às mãos de quem tenta segurá-lo.

E talvez, ao observá-la, percebamos — ainda que por um segundo — que viver é isso: dissolver-se no momento, sem medo de desaparecer nele.

 

 

Perguntas para ti que estás a observar:

Em que parte do corpo de Sinci nasce o seu poder?

O que desperta em Sinci ao atravessar o invisível?

Onde é que a ferida se torna poder?

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ÉLUX
CACO

Deus explosivo mas sem perder o controlo, energético e contagiante, influenciado pelo Fogo e Ether, geometricamente formado pelo infinito …

A sua forma física é um gentleman com traços de raposa.

 

Perguntas para ti que estás a observar: 

Tens a certeza que tas a viver a vida? Ou tas só a reagir á vida?

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KAOKAB

JÚLIA

Kaokab é uma deusa de alma antiga, descendente de linhagens de viajantes. Mantém o seu centro de gravidade enquanto tudo à sua volta muda e colapsa.Ela é uma purificadora — suavemente lubrifica sentimentos e sonhos para que possam fluir através das pequenas e vastas ondas da vida. É uma guardiã da paz, dedicada ao equilíbrio, à suavidade e à realidade crua. Ela é medo e coragem. Cura o mundo com os seus braços quentes. Ela é unidade.

Somos uma multiplicidade e impermanência,
Somos todas as nossas experiências — experiências de nascimento, de viagem e de exploração.

Somos as nossas paixões e tudo aquilo que nos anima, incluindo as contradições dentro de nós.
Somos tudo e o seu contrário.

Não somos seres binários na nossa essência, mas aprendemos a ser.
Quando dançamos, desaprendemos aquilo que nos ensinaram a acreditar como certo e conveniente.

Não precisamos corresponder a expectativas para sermos amados, para pertencer.
Já pertencemos na nossa essência — com todas as partes de nós, todos os nossos pensamentos:
os iluminados pela luz,
e os encurralados pelo medo e pela escuridão.

Que possamos apresentar-nos com tudo isso —
todo o nosso espectro,
toda a nossa complexidade.

A deusa não tem medo das suas partes sombrias.
Ela reconhece tudo isso enquanto luta com graça e sabedoria.

Ela não é perfeita, nem procura corresponder a expectativas.
Ela é inteira.

 

Perguntas para ti que estás a observar:

Qual é o seu superpoder?
Qual é a sua linguagem do amor?

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YIN LONG YANG

Cindy

Deusa representada por um Dragão azul profundo e olhos cósmicos. Simboliza o equilíbrio, o feminino intuitivo e o masculino criativo. A sua consciência e intuição permite-lhe sentir a vibração de tudo o que existe. 

 

Perguntas para ti que estás a observar:

O que procura mais reconhecer ?

Existem limites para ela? 

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KENSHÕ

BEA

Uma Deusa  ambiciosa com desejo de observação eterna e contacto expansivo. 

Transmite Amor pelo imaginário. 

 

Perguntas para ti que estás a observar:  

A expressão facial transforma-se em dimensão corporal? 

O dourado afeta-a ou lhe dá felicidade? 

As camadas de cor são reais?

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YUSSEFA
SEPH

De instinto controlado, de solidão estratégica e de espírito que não precisa de aprovação, os olhos dourados transmitem consciência presente. 

“Eu sou o que sei por isso não sei o que sou, e quanto mais eu penso que sei, menos eu penso o que sou, porque nunca sou o que sei nem nunca sei o que sou, enquanto eu não saber ser, o ser sem saber o que sei ou o que sou, só ser."

 

 

Perguntas para ti que estás a observar: 

Qual a forma animal do meu deus ? 

Qual a energia que vês e/ou sentes no meu Deus ? 

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Service Name
FILIPA

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YUSSEFA
JULIANA

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Service Name
MEG

Of controlled instinct, of strategic solitude, and of a spirit that does not need approval, the golden eyes transmit present awareness.

“I am what I know, therefore I do not know what I am, and the more I think I know, the less I think about what I am, because I am never what I know nor do I ever know what I am, until I learn to be — to be without knowing what I know or what I am, just to be.”

 

Questions to you who are whaching:

What is the animal form of my god?
What energy do you see and/or feel in my god?

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